Permanências
Maio sempre me pareceu um mês de permanências…
Talvez porque ele carregue gentileza e memória; aquelas presenças silenciosas que continuam vivendo dentro da gente — como certas músicas, certas orações… ou certos amores.
E agora, mais do que nunca.
Nos últimos dias, pensei muito sobre isso, enquanto observava a forma como algumas histórias seguem conosco mesmo depois da última página.
Acho que é por isso que Como Não Me Apaixonar Por Você tem sido tão especial para mim.
Hannah e Mário nasceram dessa ideia, a de que algumas pessoas atravessam nossa vida em silêncio durante anos, até que por fim aprendemos a enxergá-las. E às vezes isso acontece exatamente quando o tempo parece mais frágil.
Enquanto escrevia o livro, pensei também sobre a fé delicada das permanências, aquela que continua existindo em pequenos gestos, em cuidados discretos, em luzes acesas no fim da tarde.
É um mês que também me faz pensar em Nossa Senhora de Fátima. Não apenas por sua data, mas pela ideia de presença silenciosa, da esperança e sabedoria que sua história sempre evocou em mim — mais um dos frutos semeados por minha mãe…
E talvez seja justamente isso que eu mais ame e busque nas histórias que escrevo: a lembrança de que ainda existe beleza, mesmo nos capítulos difíceis.
Se você ainda não conhece Como Não Me Apaixonar Por Você, saiba que ele é uma ótima companhia para os seus dias mais silenciosos.
📖 Uma história sobre amor, tempo, vulnerabilidade e aquilo que perdura mesmo quando tudo parece mudar.
Obrigada por permanecer aqui, entre histórias, páginas e pequenos silêncios.
Beijo grande e fique com Deus,
Chris Sevla



